Nota de Apoio do Coletivo Autônomo de Mediadores à paralisação das(os) Servidoras(es) do Ministério da Cultura

O Coletivo Autônomo de Mediadores (CAM) vem por intermédio desta nota demonstrar apoio à paralisação de 24 horas organizada pelas(os) Servidoras(es) do Ministério da Cultura (MinC), por meio do Fórum das Associações de Servidores da Cultura, que ocorreu ontem, dia 26 de novembro 2013, e fechou Biblioteca Nacional e o palácio Gustavo Capanema na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

É importante salientar que um dos primeiros atos que marcam a fundação de nosso Coletivo é uma paralisação durante o dia de encerramento da 9° mostra da Bienal do Mercosul| Porto Alegre, que além de pautas específicas referentes a ocorridos ao longo da mostra, fazia também apontamentos comuns aos que foram abordados pelos servidores da cultura no dia de ontem.

O CAM segue em luta junto às(os) trabalhadoras(es) e suas respectivas organizações – sindicatos, coletivos, executivas – que aderiram à paralisação em prol da valorização da cultura em nosso país.

Coletivo Autônomo de Mediadores

27 de novembro 2013.

Nota sobre comunicação de atos e encaminhamentos do CAM

O Coletivo Autônomo de Mediadores vem através desta nota anunciar como procederá com a comunicação de seus atos e suas mobilizações frente ao público. Toda ação proposta pelo CAM , deliberada em conjunto e/ou fruto de encaminhamento extraído de assembleia será notificada através de nota neste blog, nosso veículo oficial de comunicação. Qualquer ato, posicionamento e/ou encaminhamento que aparecer em algum outro veículo sem a devida menção aqui em nosso canal poderá (deverá!) ser considerado alheio ao nosso processo autônomo e independente de organização, portanto, um ato não vinculado ao CAM.

Campanha pela manutenção do espaço da Escola Amigos do Verde!

Campanha pela manutenção do espaço da Escola Amigos do Verde!

Prefeitura revogou o decreto de tombamento da Área de Proteção Ambiental (APA) onde a Escola Amigos do Verde está situada, em virtude da obra da Av. Cristóvão Colombo. A área, tombada há 20 anos (junho de 1990), deixou de ser APA em outubro de 2012, sem comunicação à escola que ali se estabelece e à comunidade em geral, em um ato isolado da atual gestão municipal. A escola endossa um modelo diferente de educação, integrado com a natureza, no meio da cidade. Este espaço está sendo ameaçado pelo avanço de obras na capital.